Pesquisa eleitoral, censo, rota de vendas: quem faz porta a porta trabalha com geografia. Tem rua, tem número de casa, tem quem já foi visitado e quem ainda não foi. Um formulário genérico não sabe nada disso. Ele conhece perguntas e respostas, não conhece lugares.
Cada resposta presa ao endereço onde foi coletada
No Asterisco, a nota escrita na porta de uma casa leva junto a coordenada daquele endereço. Uma convenção simples resolve o resto: o número da casa no começo do título da nota. Andando pela rua, o Radar mostra as notas da mais próxima para a mais distante, e o mapa vira a lista de cobertura da própria rua.


No portal, quem coordena vê as mesmas notas no mapa. As que estão perto umas das outras se agrupam e o número mostra quantas há em cada ponto, até a ampliação separar uma casa da outra.

Sem sinal, sem travar
Rua afastada e prédio são os primeiros lugares onde o sinal de dados some, e são justamente onde a pesquisa mais precisa continuar andando. Cada pessoa escreve offline. A sincronização acontece quando a conexão volta, e só então.
Um administrador com limites claros
O Grupo dá a quem coordena a pesquisa um jeito de convidar a equipe, ver o que todo mundo coletou e remover quem saiu do time, sem que o conteúdo dessa pessoa continue no aparelho dela. Por outro lado, o administrador não lê as pastas pessoais de um membro e não cria lembretes no celular de ninguém. O que é do grupo, o grupo vê. O que não é, continua privado.

Se duas pessoas cobrirem a mesma rua, nada se perde
Duas pessoas da equipe escreveram sobre a mesma casa antes de sincronizar? As duas versões ficam visíveis para quem revisa, e nenhuma é descartada em silêncio. Cobertura repetida vira decisão de quem revisa, não dado perdido.
